Pedro Mendes  




                                                                                                        








“Prática transitória entre instalações, objetos, vídeo arte, happening e performance, com pesquisa direcionada e desenvolvida à campos sutís, transitando entre intensidades e ritualísticas da condição humana. Sua poética nasce do atrito entre conceito, palavra, imagem e corpo, atravessada por investigações sobre memória, campos relacionais e coletividade.

Gestos, fragmentos e materialidades utilizados como dispositivos de experiência e objeto de reflexão sobre presença, consciência e relações humanas.”



“ Acho que o quintal onde a gente brincou é maior do que a cidade. A gente só descobre isso depois de grande. A gente descobre que o tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas. Há de ser como acontece com o amor. Assim, as pedrinhas do nosso quintal são sempre maiores do que as outras pedras do mundo. Justo pelo motivo da intimidade. “

-  Manoel de Barros